Além do Horizonte (e do 20° nível)
Um dos novos conceitos do D&D 4e é o Destino Épico, que define o papel do personagem na história de um cenário. Personagens de grau épico são incrivelmente poderosos e tornam-se lendas que serão contadas por gerações. A Wizards publicou regras para adaptar os Destinos Épicos para o D&D 3.5, o que nos dá uma idéia bastante clara de como serão no D&D 4e:
Imortalidade: Cada personagem em grau épico se tornará imortal. Ele pode vencer as barreiras do mundo mortal, reencarnando, ressucitando ou mesmo descendo dos planos superiores (ou ascedendo dos inferiores) conforme o destino exigir.
Buscas Épicas: Para alcançar seu destino épico o personagem deve cumprir uma campanha derradeira, cuidadosamente planejada pelo mestre. Esta campanha deve terminar com uma aventura extraordinária, que leve o personagem além do nível 30.
Entre os Destinos Épicos citados no artigo, e que possivelmente estarão disponíveis na 4ª edição temos:
- A Força da Natureza, que deixa de ser um mortal para se tornar o Espírito Guardião de um bosque, montanha ou outra área selvagem;
- O Herói Eterno, que nunca morre, reencarnando durante as Eras;
- A Lâmina do Ragnarok, almas destinadas a lutar durante o Fim dos Tempos;
- O Semi-Deus que dispensa descrições;
- O Senhor dos Artefatos, guardião das relíquias mais poderosas, como a Esfera da Aniquilação; e
- A Sombra Mítica, um mal tão grande e obscuro que é tido somente como um rumor.
Com o anúncio da 4ª edição do D&D (Dungeons & Dragons) na GenCon em 17 de agosto, as comunidades de RPGistas começaram a se agitar. Era de se esperar que, com a popularidade do 3.5 (e dos jogos de D&D para computadores), novos lançamentos surgissem, mas nos surpreenderam com uma nova edição.
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