Fool’s Gold
É o nome de uma das magias da 2ª edição do D&D, que tinha o efeito de dar aparência de ouro a outros materiais por um período de tempo, com intenção de enganar. O Ouro de Tolo é algo que parece mais valioso do que realmente é.
Desde aquele tempo, quando a Wizards of the Coast assumiu a TSR, o D&D tem ganhado popularidade. Isto se deve as regras simples (comparadas a outros sistemas) e ambientação atrativa; e isto começou a inspirar jogos de RPG online. O D&D 4e agora se volta para este mercado, procurando por novos jogadores, o que é uma ótima estratégia.
O reflexo disto já aparece nas regras, nas classes de personagens e em seus poderes. Ás vezes me sinto em meio ao World of Warcraft ou outro MMORPG, cheio de Quests, ícones para magias, elfos com orelhas de um palmo e gráficos 3D, pouco em comum com as mesas de jogo idealizadas por Gygax e Arneson.
Vale ressaltar que eu gosto muito de jogos online, e video game. Mas não acho que a mesa de jogo é espaço para personagens combados com nomes tais quais “Aragorn_16_BR”.
Espero que as novas características do D&D 4e não o transforme num jogo tão popular a ponto de esquecermos a importância da interpretação. E, se possível, que lancem regras mais realistas para jogadores complexos como eu.
Com o anúncio da 4ª edição do D&D (Dungeons & Dragons) na GenCon em 17 de agosto, as comunidades de RPGistas começaram a se agitar. Era de se esperar que, com a popularidade do 3.5 (e dos jogos de D&D para computadores), novos lançamentos surgissem, mas nos surpreenderam com uma nova edição.
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